sexta-feira, abril 22, 2005

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5 Comments:

At domingo, 04 dezembro, 2005, Anonymous Irley said...

Bissau Velho - Esta zona da Capital merece profundos restauros. É um riquissimo património histórico, pois são casas construidas na época colonial.

 
At quinta-feira, 29 dezembro, 2005, Blogger indeutecatia said...

a minha CASA E AQUELE PREDIO DE COR DE ROSA,BONS E VELHOS MOMENTOS,BOA VIDA E INFANCIA MAS IRLEY TENHO QUE CONSENTIR COM AS SUAS PALAVRAS,AS RUAS TODAS MERECEN UM PROFUNDO RESTAURO,PORQUE PAR4A ALEM DE SER UMA BOA PARTE DOS NOSSOS ANTEPASADOS,TAMBEM E FUTURO DOS NOSSOS NETOS E BISNETOS,E TODA A GUINE PRESISA DE UM BOM RESTAURO,JOKAS A TODOS,UM ABRASO,E MAIS UMA VEZ,UMA GRANDE FOTO

 
At quarta-feira, 29 agosto, 2007, Anonymous marina said...

Obrigada,Irley
Seus comentarios são claresedores ,
para uma brasileira curiosa sobreas coisas da Guiné.

 
At terça-feira, 24 fevereiro, 2009, Blogger Ana Claudia said...

A rua da marginal, uma das mais encantadoras de Bissau velho.
É necessário recuar mentalmente no tempo para perceber o quanto era belo.
Ainda pode voltar a ser, precisa de um bom plano de recuperação e de mãos à obra.

 
At quinta-feira, 03 setembro, 2009, Anonymous álvaro said...

Num dos últimos edifícios que se vê na foto, a antiga Manutenção Militar, prestei serviço entre 1966 e 1968.
Eram belas as ruas de Bissau e a arquitectura da generalidade dos seus prédios. Bonita era também a sua igreja que, ao que julgo se mantém preservada!
Recordo-me ainda do antigo cinema na UDIB, do velho mercado, do Palácio do Governo na antiga Praça do Império, da Avenida que dava para o Quartel General e da casa que ficava muito próxima das traseiras da Associação Comercial, onde permeneci durante os dois anos de comissão.
Lembro-me do botequim do Zé da Amura e das suas codornizes, do Café Bento, do Café Portugal (ou Central, já não sei), do Hotel Berta onde se comiam bons gelados, das tabancas do Cupilon (creio que ra assim que se chamava) e recordo-me com saudade dos amigos e do bom povo guineense com quem convivi já lá vão 40 anos.

 

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